Resenha: Quem me roubou de mim?

Hello!

As pessoas mais fascinantes que eu conheço leem, e leem muito. São aquelas que têm um bom papo, se enturmam em qualquer roda, conversam sobre tudo, têm conteúdo e sempre algo interessante a acrescentar. Então, garota, LEIA!

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“Roubei” este livro da minha vó e devorei-o em apenas uma noite! Padre Fábio de Melo conseguiu, de forma bem elaborada, trazer questionamentos que normalmente nos rondam e nos perturbam. Além disso, trouxe situações cotidianas que as vezes nem paramos para observar e refletir ou quando percebemos, já fomos tomados por máscaras alheias. O livro é excelente como bom conselheiro,  foi o primeiro livro desse Padre que eu li, e eu gostei bastante!

Nesse livro, temos a oportunidade de refletir sobre vários de nossos “aprisionamentos”. Me identifiquei com muitas situações que foram exploradas nessa narrativa e em várias outras tive vontade de marcar outras pessoas que conheço.

Acho que é fácil dizer que quem nos rouba de nós mesmos não é digno de ser mantido ao nosso lado. Mas na prática, até a identificação desses “ladrões” é muito complexa e requer paciência, dedicação e esforço.

Muito além de culpar os outros por nossas frustrações, esse livro mostra o quão prejudicial somos quando insistimos em relacionamentos destruidores. Não somos capazes de fazer parte da vida de alguém se não somos capazes de permitirmos que a pessoa seja ela mesma.

E você está em busca da Pessoa Perfeita? Sinto lhe informar, mas esta não existe. O que encontramos são pessoas certas para nós, percebidas à partir do acatamento dos defeitos e essa aceitação da pessoa como ela é se chama AMOR, o segundo estágio da paixão. Essa reflexão, me chamou atenção no livro. Tão simples e tão sábia.

Percebemos a diferença entre o prazer e o desejo, duas coisas diferentes, apesar de serem confundidas de vez em quando. Enquanto que o primeiro se manifesta de forma passageira, coisificando as pessoas, o desejo permanece e nos faz correr atrás dos objetivos. “O desejo é uma espécie de visgo que nos prende à vida” (p. 148).

O roubo da subjetividade acontece quando permitimos que o “nosso eu” ou “forma de ser” seja roubada por alguém, e ainda, quando deixamos de viver o que é nosso para viver o que é do outro. Dessa forma, precisamos nos policiar sempre que mantermos relações com o outro, não permitindo que alguém nos roube de nós mesmos. A nossa essência é única e só encontramos dentro de nós mesmos.

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beijos, beijos

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