Resenha: O que o dinheiro não compra

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HELLO!

As pessoas mais fascinantes que eu conheço leem, e leem muito. São aquelas que têm um bom papo, se enturmam em qualquer roda, conversam sobre tudo, têm conteúdo e sempre algo interessante a acrescentar. Então, garota, LEIA!

Eu li esse livro pela primeira vez quando estava no segundo período da faculdade. Foi uma indicação do meu professor de Filosofia Jurídica e eu acabei comprando o livro. Outro dia, ao arrumar minha estante, encontrei este livro encostadinho por lá e resolvi lê-lo novamente. E, se na primeira vez em que eu li eu já havia gostado, nessa eu me apaixonei!

Acredito que o autor coloca em todas as suas críticas a ideia de que a ética do mercado não é válida porque não é equânime, mas sim corrupta. Ele afirma também que o dinheiro sempre tende a  desmoralizar as relações e que os bens estão sendo trocados. Uma colocação interessante é a de que o dinheiro impede que o pobre desfrute de muitas vantagens, condenando-o a ser sempre o último, ao contrário do que muitos acreditam. CE mesmo com todos esses problemas, os valores de mercado ainda continuam regendo a nossa vida.

Com uma análise histórica, tem-se que de trinta anos para cá o mercado tomou esta dimensão, mesmo tendo passado pela crise de 2008, nada mudou. O autor coloca que os mercados deveriam se restringir a desempenhar papeis apenas econômicos e não ultrapassarem este limite vindo a atuar em ramos da sociedade que acabam desmoralizando o bem. Os bens postos a venda não podem ter valores éticos ou morais  a fim de que o dinheiro não os corrompa, como a amizade, por exemplo, que não pode ser vendida.

Se o estado permitir que os pobres vendam até seus valores em busca de dinheiro, ele deixará de ser responsável por estabelecer padrões mínimos de alimentação, escola, moradia, entre outros direitos.

Um dos motivos que levaram a sociedade a este caos moral/econômico foi a ganância e a extensão dos mercados as esferas da vida com as quais nada tem a ver foi o principal motivo.

Nós não podemos deixar que o dinheiro tome conta de tudo, pois isso ocasionará grande desigualdade social e as instituições que nos regulam estarão livremente suscetíveis a serem corrompidas.

Se algo pode ser vendido, isso quer dizer que pode ser tratado como mercadoria. Assim temos que saber se queremos que vida, dignidade e outros valores sejam tratados como mercadoria.

Bom, estas são as conclusões que eu tirei  do livro. O que vocês acham?? Me contem nos comentários ❤

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<3beijos, beijos❤

 

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