Me bancar financeiramente e emocionalmente foi a melhor escolha que fiz

me banco

Sim, eu tenho 24 anos de idade e amo me bancar financeiramente e emocionalmente.  E sim, isso quer dizer pagar as minhas contas, quero dizer TODAS. Parece loucura, eu sei! Mas esse texto não é apenas sobre dinheiro. O texto vai além, é sobre como eu pretendo assumir a responsabilidade sobre a minha vida.

Sou a filha mais velha  e na minha casa nunca rolou mesada. Graças a Deus, nunca me faltou nada! Comida na mesa, lugar para morar e roupa para vestir eu sempre tive, mas eu sentia, desde nova, que precisava de algo mais.

Eu vivia sonhando em poder comprar maquiagem, em viajar, comprar o sapato da moda, ter dinheiro para ir aquele tão sonhado show e sabia que para isso precisaria me bancar. Além disso, eu não queria abrir mão dos meus estudos e sabia que essa seria a minha limitação – temporária – para me dedicar a juntar grana.

Mas eu sempre fui “inventadora de moda” hahahha como dizia minha vó. Então, comecei a dar aula particular, a vender sanduíche natural, a vender roupas que não me serviam mais na internet, revender Avon, Natura, Lingerie… Enfim, sempre dei o meu jeitinho de ter dinheiro!

Decidi escrever esse post pensando em pessoas que poderiam viver do próprio dinheiro, mas escolhem não sair da barra da saia dos pais. Não estou julgando ninguém, cada um tem os seus motivos, mas se você está em cima do muro com essa questão, espero que esse texto te inspire.

A partir do momento que busquei ser independente, tive a certeza absoluta de que posso fazer qualquer coisa que eu quiser na vida. Percebi que era capaz de vencer qualquer obstáculo que viesse. Claro, eu já venci o mais difícil: não depender de ninguém.

 CONQUISTEI A TÃO SONHADA independência emocional. Assim que eu me dei conta de que eu podia pagar pelas minhas escolhas de vida, também percebi que eu não preciso de ninguém pra me sentir preenchida. Vou sair com o boy, sim, mas se não der certo, ele não foi – nem nunca será – o centro das minhas atenções. Desculpa aí, mas tenho conta pra pagar, reunião pra participar e curso pra me inscrever. Não vejo tempo na minha agenda pra chorar ou sofrer com esse término.

E por falar nisso: a vida amorosa se tornou mil vezes melhor.  Eu sei que qualquer cara que sair comigo tem muita sorte nessa vida. Eu não preciso dele pra nada, financeiramente ou emocionalmente. Saio com ele por ELE e ponto final. Não pra preencher um vazio.

Conversa entre amigas que vai de fato vai me acrescentar. AH, até a roda de amigos muda – pode ter certeza! E de novo, quando eu comecei a me bancar mais, me tornei mais madura. As conversas com as amigas mudaram. Não falo mais do boy que só fica mandando mensagem e não toma atitude ou da conhecida que foi grossa, incompreensível, desonesta. Já estou grandinha pra saber que tem gente que não é legal, e isso não é o meu problema. Por que problematizar, se posso simplesmente ignorar? A sensação passa rapidamente e me esqueço do incômodo.

 

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