O grande segredo para esquecer um amor

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Hello, advogatas!

Antes de começar o texto, quero compartilhar com vocês que esse blog, antes de falar sobre o mundo jurídico, fala sobre nós, mulheres, e vou postar aqui sobre amor SIM e deixar aflorar nosso lado romântico também!  Eu recebo alguns e-mails semanalmente de advogatas sofrendo por amor (se quiser me contar sua história é só me enviar no fiamavsa@yahoo.com.br )! Ora, mesmo sendo lindas e absolutas, é normal sermos seres humanos comuns e termos nossos corações partidos vez que outra.

Por experiência própria, já tive aquele amor que me marcou mais que tatuagem de presidiário e assim como a tatuagem de presidiário foi um amor difícil. Alguns gostam de classificar esses amores como sendo amores impossíveis de se esquecer. Mas sabe o que eu acho? Esses amores não foram feitos para serem esquecidos, mas superados.

É muito fácil ser iludida. Cair no conto da carochinha. Acreditar que existe amor por trás daquele “bom dia”, “boa tarde” e “boa noite”. Achar que aquele “beijos, beijos” tem algum significado, que aquele me “lembrei de você ouvindo essa música” repleto de nostalgia tem algum significado real. Pensar que a intenção de um “vídeo na praia” num sábado de manhã tem significado.  D O C E   I L U S Ã O.

Tudo isso graças aos benefícios da internet, da facilidade com que as pessoas falam “eu te amo” sem se preocuparem com o significado que essas três palavrinhas têm. É fácil encontrarmos as pessoas certas, com os gostos certos e a rede social  tem se saído melhor que a análise do antecedente criminal do sujeito. É só dar uma olhadinha. Não trabalha no VASP? Não curte Bolsonaro ou Orgulho Hétero? Pronto, está limpo. E não falo só de romance virtual, mas de romances que começam na internet e vão para o mundo físico. De romances que envolvem pessoas certas na hora errada. Ou pessoas erradas na hora certa. Essa postagem é pra você superar qualquer tipo de amor.

Depois que você levou o pé na bunda ou foi obrigada a dá-lo, bate aquele sentimento de confusão. Você fica mais perdida que os vendedores ambulantes em dia de batida policial. Não sabe o que fazer, para onde correr, o que pegar para levar contigo e sempre vai achar que você sente saudade da pessoa com quem estava, mas você não sente saudade dela.

A verdade é que ninguém sente saudade de ninguém. Todo mundo sente saudade dos momentos que essa pessoa proporcionava a você. Duvido alguém falar “ai, eu sinto saudade, porque ele era alto” ou “sinto saudade dele por causa do jeito que ele andava”. Você sente saudade dos momentos felizes, dos risos e de coisas únicas que só aconteciam ao lado daquela pessoa.  Você sente saudade de rir, de desabafar de compartilhar momentos. Nunca da pessoa, mas do que ela representa e do que acontece quando vocês estão juntos.

Não vale a pena gastar energia, saliva, vida e outras coisinhas mais com quem não se importa com você. Não vale a pena investir tempo numa relação que não é recíproca. Não vale se importar com quem te acha substituível. GAROTA, SEGUE  A VIDA! Você tem um mundo lindo te esperando ❤ #Sóvai

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Idealizar amores é muito diferente de viver amores

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Hoje eu sei que amar não é suficiente. Não é mesmo. Pois, se assim o fosse, eu estaria com o meu primeiro namorado até hoje. Se só o sentimento fosse o suficiente para fazer uma relação dar certo muitos casais não teriam se separado.

O amor é importante, sim. O amor é o que faz tudo começar, aquela chama ardente é amor. Mas para fazer dar certo tem que haver muita responsabilidade e vontade das partes envolvidas em ficarem juntas.

É isso. Fazer dar certo é se responsabilizar pelo relacionamento. Ei, não estou dizendo que você é responsável pela felicidade do outro, não! Nem acredito que somos “metades” e que só um relacionamento nos torna completos, não! Nós somos seres únicos e, como tais, encontramos nossa felicidade sozinhos.

Além disso, pessoas felizes vivem amores mais plenos, seguros e completos, porque eles compartilham a responsabilidade de fazer dar certo.

Depois de muitas experiências malsucedidas cheguei a conclusão de que amor não é um ato inconsequente. Aquela paixão louca de filmes e novelas não me convence mais. Muito pelo contrário.

Eu acredito no amor como uma escolha certa, consciente e não um ato desvairado. Depois que decidimos estar com alguém temos que nos esforçar para fazer aquele relacionamento crescer e se solidificar. O amor para dar certo tem que ter aquele “bora? Bora!” e tem que gerar nosso amadurecimento, não só o da relação, mas o nosso como indivíduos também.

Foi pensando nisso tudo que eu descobri que amor de verdade não é estar como uma pessoa porque você não PODE viver sem ela, mas porque você não QUER viver sem ela. Na prática, acreditem, esse pequeno detalhe faz T O D A a diferença. Quando você não quer viver sem algo, por mais que saiba que pode viver sem, aquilo entra na sua lista de prioridades e todos os dias você começa a trabalhar para que isso se fortaleça.

Para mim, o amor de verdade não faz promessas falsas! Ele sabe que só é possível colher bons frutos se você cuidar bem da semente. O amor de verdade planeja, executa conversa, respeita  e acima de tudo é decidido!

O amor entende a necessidade de se ajustar ao outro, à vida, às dificuldade à distância e sabe que tudo isso será um trabalho contínuo.

Em todos os amores reais que eu conheço acompanhei dificuldades e vi o quanto aquelas pessoas que decidiram se amar tiveram que se ajustar e crescer umas as outras. A vida é feita de reajustes e nós sempre estamos em processo de mudança.

 

 

 

Se o amor ainda pulsa

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Está tudo mal resolvido, não sabemos ao certo o que aconteceu, não conversamos sobre os nossos sentimentos… Não dá para deixar tudo assim, de qualquer jeito, jogado na superfície, quando o que realmente existe é firme como raiz. O que nos cerca hoje está no nível mais profundo de nós mesmos.

Hábitos, ruins ou bons, nos trazem comodidade e, por fim, acabamos preferindo a mesmice rotineira que as novidades. Temos medo de arriscar, de tentar, de descobrir… Somos daqueles casais que preferem a distância que aquele “oi” seco proporciona que conhecer a versão do outro sobre os fatos, por toda a comodidade que isso nos traz.

Não tomar banho de chuva, de vida, de esperança, porque… ah, vou me molhar, afinal! Perder a alegria de conhecer a energia do céu, que nos abençoa e nos enche de alegria, tudo por querer continuar na mesmice. Nós somos assim.

Quando algum assunto diferente surge e vê-se que pode causar divergências, logo damos um jeito de fazê-lo cair por terra.

Graças a Deus que existem também os dias de faxina. Eles são essenciais. No nosso caso específico, são raros, mas existem. E, quando chegam, eis o momento inevitável. Agora a água é mar e nós dois sentimos que vamos nos afogar em ondas revoltas que não cansam de nos devastar.

Mas é necessário e sabemos disso. Sentamos para conversar e deixamos a água salgada nos invadir. Lágrimas, sabe? Elas rolam muito nessas horas também. É difícil assumir o erro. Reconhecer que sente falta é muito ruim. Demonstrar fraqueza é péssimo.

Calma. O tempo cura tudo. É doloroso, mas, se o amor ainda pulsa, é necessário.

Assim, de peito aberto e coração sincero, cada lado consegue, sem sombras, escancarar seus medos, desejos, anseios e conflitos. Juntos, compreendemos, enfim, que o segredo está em ver o lado mais profundo do outro com empatia caso, de fato, haja o desejo de resolver a situação.

Entrando nesta escuridão imensa de nós mesmos, que mal parece ter fim, uma hora encontramos a luz. Percebemos, então, o tempo desperdiçado no conforto do passado. Por não buscarmos alcançar, ficamos cada vez mais distantes – mesmo estando próximos como nunca.

Dali em diante, tudo vai ser bem melhor do que antes.

 

 

Amor a distância, rola?

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Sou PHD em amor a distância. Quando vejo aquela pessoa lá de tão, tão distante, minha luzinha interior ascende e rola logo aquele amor. Às vezes é passageiro, às vezes não. Isso sempre foi assim, desde meu primeiro relacionamento, quando eu ainda era novinha, até hoje,  aos 25 anos.

Já tive namorado em diferentes cidades, ainda não me arrisquei a diferentes estados e nem países, mas cidades distantes da minha sempre são o meu karma!

Acontece que eu nunca procurei este tipo de relacionamento, mas parece que o destino sempre quis assim. Não sei se acredito tanto em destino não, acho que eu posso ter inconscientemente atraído tudo isso mesmo!

Talvez por uma vontade inconsciente minha de querer conhecer o mundo –  quem me conhece sabe que meu sonho de verdade é viajar o mundo, conhecer culturas diferentes e tudo mais!O meu maior sonho de rotina e o que quero para minha vida é conhecer o mundo!

Sou inconformista, sou curiosa, sou corajosa e não poupo esforços para conseguir este objetivo em minha vida. Nunca quis ter uma vida normal na minha cidade. Aliás, quero muito morar sozinha, sair de casa e ir para outra cidade!

Se a gente for pensar bem, qualquer relacionamento é um risco e não vem com garantia e prazo de validade. Nós não temos o dom de controlar nosso destino, muito menos o de quem a gente ama. Penso que talvez essa seja a maior graça, e ao mesmo tempo, o pior castigo. Principalmente nessa nossa fase “camaleoa”, onde tudo é muito intenso: o amor, o ciúme, a saudade…

Sei que existem muitas pessoas assim como eu. Quero estabilidade emocional, o resto eu corro atrás e conquisto. O coração não sente o que os olhos não veem.

Eu acredito em amor a distancia sim. Afinal, a distância não separa, aproxima. Estes pensamentos sempre estiveram comigo durante meus 25 anos de vida.

Acho que viver um namoro à distância é uma experiência que devemos viver pelo menos uma vez na vidaPara crescer por dentro. Aprender – mesmo que da maneira mais difícil – como lidar com a saudade, com o ciúme e principalmente com a autoconfiança.  Deixar o acaso agir nos próximos meses e mostrar o caminho certo que dá para o final feliz.

Espero um dia que encontrar o amor da minha vida: aquele homem especial e diferente de todos…. mas ele também tem que estar disposto, independente da distância.

Eu sei que vou passar pelo processo de conquista, o processo da confiança, mas no final muitas coisas boas vão acontecer.

Aprender coisas novas, outros idiomas, conhecer outras culturas, outros pensamentos e comportamentos e  poder dizer que”era isso que eu queria para minha vida!”.

Eu sei que tudo na vida é uma questão de escolha. Um dia terei que escolher onde quero morar e com quem quero morar. Sei que essa resposta está dentro de mim…tão clara como o sol.

O destino é a gente que faz!!!

Alguém aí já passou por uma situação parecida e quer compartilhar a história?